Normal
0
21
false
false
false
PT-BR
X-NONE
X-NONE
/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin-top:0cm;
mso-para-margin-right:0cm;
mso-para-margin-bottom:10.0pt;
mso-para-margin-left:0cm;
line-height:115%;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-bidi-font-family:”Times New Roman”;
mso-bidi-theme-font:minor-bidi;
mso-fareast-language:EN-US;}
A nutricionista responsável pelo setor de nutrição e dietética do Hifa, Monica Cerqueira, na manhã desta quarta-feira (18.07)foi entrevistada pelo jornal Espirito Santo de Fato para falar sobre a obesidade infantil, um assunto sempre muito discutido e preocupante, quando se trata da saúde de nossas crianças.
A criança é considerada obesa quando seu peso ultrapassa 20% do peso compatível com a sua idade e estrutura óssea (o que só um médico poderá diagnosticar). A obesidade é o resultado de um desequilíbrio na troca de energias: muita energia é consumida (alimento) sem que aja um gasto equivalente de energia (atividades), neste caso, o corpo transforma este excesso de calorias em gorduras e as armazena. Existem vários problemas relacionados a obesidade dentre eles a baixa estima do obeso, os possíveis problemas de coração, diabetes, hipertensão e os distúrbios alimentares. Ainda não existe uma causa determinada para a obesidade infantil, mas um conjunto delas: pré-disposição genética, super alimentação na primeira infância, má qualidade da dieta alimentar, vida sedentária, entre outros. “A criança gosta de biscoito recheado, balas, guloseimas, então eu acho que depende da família, além de servir como exemplo, incentivar esse hábito de alimentos saudáveis desde a primeira infância.”, destaca a nutricionista Mônica. Fartas refeições regadas a cremes, maionese, doces, lanches, gorduras e frituras podem comprometer seriamente a saúde da criança e do adolescente. Problemas emocionais como ansiedade, medo, baixa auto- estima, insegurança, solidão (etc.) também influenciam na obesidade infantil. Para evitar este problema são necessárias a ajuda de profissionais da área médica e o bom senso dos pais. Um bebê “gordinho” pode se transformar em uma criança obesa e consequentemente num adolescente infeliz. Porém, existem várias maneiras de combater a obesidade infantil, e recuperar o equilíbrio do corpo.“Tudo depende do estimulo que ela tem em casa”, conclui Mônica “A criança que já vai pra escola desde cedo e a mãe manda frutas, pãozinho, biscoito sem recheio, com certeza ela tá mandado uma refeição mais adequada para a criança. Com relação aos alimentos que a mãe pode oferecer em casa, estimular aquele pratinho colorido, quanto mais colorida a alimentação, mais saudável ela é porque é rica em fibras, vitaminas, minerais, proteínas que a criança precisa.”
